Domingos Sávio defende valorização do ser humano na LDO

29 de junho de 2017 | Por: Thábata Manhiça

Em sua fala, o deputado lembrou que rombo no orçamento foi deixado por má gestão petista

 

Em audiência pública promovida pela Comissão Mista de Orçamento (CMO), que contou com a presença do ministro Dyogo Oliveira, responsável pela pasta de Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, ocorrida nesta semana, Domingos Sávio defendeu que a Lei de Diretrizes Orçamentárias deve valorizar, acima de tudo, o ser humano. “Não vamos gastar mais do que se arrecada, mas vamos priorizar o ser humano, priorizar os investimentos em segurança, educação, contratação de recursos humanos, obviamente, sem exagerar nos gastos”, afirmou.

Votei a favor do limite de gastos, na proporção do que se arrecada. Disse várias vezes que não podemos fazer disso um engessamento ineficaz em que o governo não tem o mínimo de mobilidade”, destacou. Para o deputado, é necessário conter gastos mal planejados e, principalmente, a corrupção para que importantes demandas que estão sendo reprimidas sejam melhor atendidas, como é o caso de algumas áreas da saúde, segurança pública, Polícia Federal e outros.

Herança Maldita

Na ocasião, Domingos Sávio lembrou que o caos no orçamento do país foi causado pela má gestão petista. “Não há nenhum brasileiro que possa ignorar quem levou o país a essa condição terrível que nos envergonha, que deixa a todos indignados”, disse. Conforme aponta, o PT passa a ideia de que não foi o responsável pela “herança maldita”, e que não tem responsabilidade alguma com a situação que o Brasil vive.

O parlamentar destacou que os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) deixam claro que a última vez que houve sinal de superávit primário enquanto o PT estava no governo foi em 2014. Segundo o deputado, isso só ocorreu devido as terríveis maquiagens que foram descobertas posteriormente.

Com base em dados do Ministério do Planejamento, Domingos Sávio informou que de janeiro de 2015 em diante o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil despencou e, somente após o Impeachment, a economia começou a reagir. “Depois de ter chegado ao fundo do poço com 4,8 de PIB  negativo, no trimestre da ocasião do Impeachment começou a modificar, até que chegamos no segundo trimestre de 2017 ao PIB positivo com o país voltando a respirar com o crescimento da economia, com muito esforço, com muita responsabilidade”, disse.

 

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