Recursos de R$ 2,8 bilhões são autorizados para melhorias e ampliação do metrô de BH

30 de setembro de 2021 | Por: Assessoria de Imprensa

Domingos Sávio participa de ato para sancionar o Projeto de Lei que autoriza maior repasse de recursos para o transporte urbano de Minas Gerais dos últimos anos

Três dias após a Câmara dos Deputados e o Senado Federal aprovarem o Projeto de lei do Congresso Nacional – PLN 15/2021, que autoriza R$ 2,8 bilhões para desestatizar o metrô de Belo Horizonte, o presidente Jair Bolsonaro reuniu o governador Romeu Zema e a bancada mineira para sancionar a medida. Na Cidade Administrativa, o presidente destacou a importância das obras para a mobilidade urbana na capital e Região Metropolitana em ato que marcou as comemorações dos 1000 dias de Governo.

Conforme o texto aprovado pelos deputados, o aporte da União será feito por meio da capitalização da Veículo de Desestatização MG (VDMG), empresa que será criada exclusivamente para o processo de desestatização da filial mineira da CBTU, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR). A empresa teve a desestatização qualificada no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) e a elaboração dos estudos necessários ao processo de desestatização e concessão da CBTU em Belo Horizonte está sendo conduzida pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

De acordo com o Ministério, a concessão da CBTU vai viabilizar a construção da linha 2 do metrô de Belo Horizonte e obras de modernização e ampliação da linha 1. Além dos recursos federais, o governo do estado vai aportar mais R$ 428 milhões. Os investimentos totais estão estimados em R$ 3,7 bilhões e serão complementados pela iniciativa privada, que terá o direito de explorar os serviços. A previsão é que o edital para a concessão das linhas seja divulgado no início de outubro.

Centro de vacinas na UFMG

Na mesma solenidade, foi lançada a pedra fundamental do Centro Nacional de Vacinas, em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o Parque Tecnológico de Belo Horizonte (BH-Tec) e o governo mineiro.

O Centro vai servir de espaço de integração para o desenvolvimento de projetos de inovação nas áreas de vacinas, de kits para diagnósticos e de fármacos, com foco na transferência tecnológica para empresas e instituições que atuem no mercado de saúde. O centro dominará todas as etapas do desenvolvimento desses produtos, incluindo as pesquisas, testes com pacientes até a criação de protótipos.

A parceria estima a destinação R$ 50 milhões pelo MCTI e R$ 30 milhões pelo governo de Minas Gerais para a criação do centro. Dentro da estratégia, é que ele possa se sustentar a longo prazo por meio de parcerias com a iniciativa privada e com o ecossistema que existe no parque tecnológico.

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